Mostrando postagens com marcador vida. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vida. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Carece Vida

Carece na vida
Sensação
Carece no beijo
Devoção

Carece a maestria
Nos problemas diários
Para driblar as mágoas
Esquecendo os itinerários
Dessa passagem
Dessa breve passagem
Que chamam existência

Nela
Carece a alma
Carece também a calma
Que carece na vida
Carece vida

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Pequenos textos misturados

Poeminha de Amor


O que é o amor e o seus defeitos?

Que me faz ser assim tão sem jeito

E deixa apenas essa vontade louca

De querer rodar, e rodar...

Quando suspiros de tristeza aparecem

Fazendo-me querer resgatar

A calma que me fortalece

Na ânsia de ver a tempestade passar



Versinho da ilusão


Miudinha tal como um botão

Aos poucos tentei largar a ilusão

Agarrei-me ao que era azar

Julgando me encontrar



Algum Lembrete.


Tão pequena, fraca e incontida emocionalmente fui.... Por situações que só sobreviveriam com a calma. Corrompi a mim mesma perturbando o ciclo da minha sina, e quando você percebe no que ficou trancada, é mais que um assombro, é apenas a serenidade chegando para mostrar que tudo pode ser reinventado e escrito novamente.



Bilhete à Bolha.

Querida bolha na qual estava presa,

Desejo imensamente que vá com sua falsa proteção e sua casca ingrata p’ra bem longe. Tu já não serve. Quero que minha pele seja a casca e que minha vida seja o pó. Já sou cega demais sem a sua proteção, desisto de mais ilusões.

Agradecida, Sua cobaia.


A vida dói, mas o que mais dói é não viver.



terça-feira, 14 de junho de 2011

Fronteira


Imagino meus sonhos,...
Com flechas atravessadas
Meus desejos,...
Esculpidos na estrada
E se a memória não falhar
Minha imaginação dispersada em algum lugar
Ao tentar novos planos
Ao tentar novos abraços
Afinal... Ao que é que eu me agarro?
Se tudo não passa de ventania
Um desmoronamento silencioso
Que percorre de forma sinuosa
Levando cada parte do meu corpo
À tênue fronteira entre a morte e a vida

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Contra Usina de Belo Monte - Manifestação Pacífica!

Para quem mora em aracaju, especialmente, espero sua presença na orla. O texto é retirado de uma página de relacionamentos;


A MANIFESTAÇÃO NACIONAL, vai acontecer no dia 5 de junho em Salvador, SP e RJ! E por que não em ARACAJU também?

"Vamos levantar essa bandeira a favor da união da nossa nação. Manifestando para e por todos, afinal, somos todos índios! Vamos de caras pintadas de vermelho e preto. Levem apitos, faixas, cartazes, tambores!

Chega de ficarmos passivos às decisões governamentais a respeito da nossa fauna e flora. Não vamos deixá-los passarem por cima do que é nosso, nossa cultura indígena, eles estão lá e nós estamos aqui por eles! E a gente pode isso!!!

A AMAZÔNIA É NOSSA, ENTÃO VAMOS CUIDAR DE TUDO E DE TODOS QUE ESTÃO LÁ!"

VAMOS AGIR, VAMOS PARA AS RUAS! SEJAMOS CIDADÃOS, SEJAMOS SOLIDÁRIOS!
HOJE EM DIA EXISTEM MUITAS COISAS PARA SE INDIGNAR! AÍ ESTÁ UM EXEMPLO MAIS DO QUE NOTÓRIO... VAMOS SEGUIR OS EXEMPLOS BONS DA NOSSA HISTÓRIA, VAMOS SER EXEMPLO E MARCAR A NOSSA HISTÓRIA! VAMOS PACIFICAMENTE MOSTRAR A NOSSA INDIGNAÇÃO! VAMOS NOS ENGAJAR, VAMOS PENSAR NO COLETIVO, DEIXAR A NOSSA INDIVIDUALIDADE DE LADO, O NOSSO COMODISMO!!! NÃO SEJAMOS INDIFERENTES! VAMOS PARA AS RUAS!!! VAMOS NOS UNIR A ESSA CAUSA NO DIA 5 TAMBÉM!!!

SERÁ NA ORLA DE ATALAIA,A PARTIR DAS 14H!

Outros lugares: SP - AVENIDA PAULISTA, MASP, A PARTIR DAS 14:30H.

RJ – ORLA DE IPANEMA, POSTO 9, A PARTIR DAS 14:30H.

SALVADOR- PRAÇA CASTRO ALVES, A PARTIR DAS 14:30H.


CHAMEM SEUS PARENTES, AMIGOS, CONHECIDOS, DESCONHECIDOS... VAMOS TODOS NOS UNIR!!!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Minha Alma


Por que você é a emoção dessa ração diária da qual me alimento
Tão dura e seca que por vezes cria calos e dói até existir
Não há mais vivacidade que em um corpo cremado
Nem a putrefação condiz,
Pois os vermes fazem a festa nessa cena
Que alma tardia para dizer que sonha
Para pensar que se pode amar
Depois de tanto tempo lacrada e quieta em seu canto
Calma, serena e quase sufocada pelo seu próprio calar
Eu abro meu peito para dignificar minha existência
Em mais uma tentativa de salvar o que sobrou do meu barco
Nessa vida que é só naufrágios e reconstrução