E não penses
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Desapego
E não penses
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Cansei
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Palavras e Música
- Sábado foi o meu aniversário. Fiz 22 anos!
Eu ficarei um pouco mais ausente no blog, já que, pretendo focar minha massa cinzenta estudando para um determinado concurso.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Satie para acalmar!
Essa música linda faz parte do filme Despertar de uma paixão (The Painted Veil). Eu já escutava Satie, mas automaticamente unindo todo o contexto a música ganhou uma força extremamente maior!
sexta-feira, 23 de março de 2012
Calçado na valsa social
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Pretérito de ilusão
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Quem Dera...
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Carece Vida
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Prece à lua.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Distanciando-me da Superfície
2007
Em um tempo abandonado
Sonho que minhas emoções dançam em êxtase
Mas os labirintos fazem com que essa dança nunca chegue ao seu destino.
Acordo-me
Afastando os progressos
Sentindo rasgos
Não há uma maré favorável
É a minha guerra
É o meu ser
Não há sinais de vida nesse local
Os pássaros geralmente calam-se nas tormentas
E eu vou procurando embarcações perdidas
Sem a certeza de uma chave concreta
E a cada mergulho que eu dou
Sigo distanciando-me da superfície.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Pequenos textos misturados
Poeminha de Amor
O que é o amor e o seus defeitos?
Que me faz ser assim tão sem jeito
E deixa apenas essa vontade louca
De querer rodar, e rodar...
Quando suspiros de tristeza aparecem
Fazendo-me querer resgatar
A calma que me fortalece
Na ânsia de ver a tempestade passar
Miudinha tal como um botão
Aos poucos tentei largar a ilusão
Agarrei-me ao que era azar
Julgando me encontrar
Algum Lembrete.
Tão pequena, fraca e incontida emocionalmente fui.... Por situações que só sobreviveriam com a calma. Corrompi a mim mesma perturbando o ciclo da minha sina, e quando você percebe no que ficou trancada, é mais que um assombro, é apenas a serenidade chegando para mostrar que tudo pode ser reinventado e escrito novamente.
Desejo imensamente que vá com sua falsa proteção e sua casca ingrata p’ra bem longe. Tu já não serve. Quero que minha pele seja a casca e que minha vida seja o pó. Já sou cega demais sem a sua proteção, desisto de mais ilusões.
Agradecida, Sua cobaia.
A vida dói, mas o que mais dói é não viver.
domingo, 26 de junho de 2011
Surgindo Amor

Qual será chave dessa emoção?
Segredo sem fim embutido sob rosas ou rodas
Escondido em algum jardim ou ferro velho
Cravado como os cincos dedos em nossos corações
Ele está abaixo da terra ou sobre os céus?
Talvez abra as portas da nossa vida
Nesse leve jogo de mal dizer, e de bem querer
É nossa relação
De onde surge esse vento que rola em nossa pele?
Fazendo esse vulcão de sensações
Acho que poderia dar uma bela fotografia estendida no tempo
E ninguém sabe como isso surgiu
Esse ar, muito menos os sentimentos
Talvez criados em pinceladas de amor
E na ampulheta, o tempo, ainda é contado com nossas mãos seladas
Sem certeza de algo...
Apenas o desejo de estar perto
Algo chamado paixão
Ou até mesmo amor.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Fronteira

Imagino meus sonhos,...
Com flechas atravessadas
Meus desejos,...
Esculpidos na estrada
E se a memória não falhar
Minha imaginação dispersada em algum lugar
Ao tentar novos planos
Ao tentar novos abraços
Afinal... Ao que é que eu me agarro?
Se tudo não passa de ventania
Um desmoronamento silencioso
Que percorre de forma sinuosa
Levando cada parte do meu corpo
À tênue fronteira entre a morte e a vida
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Minha Alma

Por que você é a emoção dessa ração diária da qual me alimento
Tão dura e seca que por vezes cria calos e dói até existir
Não há mais vivacidade que em um corpo cremado
Nem a putrefação condiz,
Pois os vermes fazem a festa nessa cena
Que alma tardia para dizer que sonha
Para pensar que se pode amar
Depois de tanto tempo lacrada e quieta em seu canto
Calma, serena e quase sufocada pelo seu próprio calar
Eu abro meu peito para dignificar minha existência
Em mais uma tentativa de salvar o que sobrou do meu barco
Nessa vida que é só naufrágios e reconstrução
terça-feira, 19 de abril de 2011
E você ainda esquece...

terça-feira, 12 de abril de 2011
Etérea

Estou presa a eternos sonhos, mas nada é por acaso. Sonho com a aurora, com minha identidade e tantas outras coisas que me fazem sentir mais viva do que engrenagens diárias.
Preciso saber quem sou e aqui não será uma fuga, triste prisão de pesadelos, liberto o negativo com destreza e sumariamente exijo meu desejo pela vida.
E o que seria da minha sem o eterno desejo do etéreo?
Enlaçando-me nessa névoa
Abraço-a com serenidade
Sublimo em seu centro lentamente
Adormecendo em seus braços
E nessa busca pelo conforto
A imagem assemelha-se a uma dança
Para encontrar o que há em meus sonhos
Para encontrar minhas esperanças
Partículas vão sendo dissipadas
Começando pelos membros inferiores
Sob efeito dócil e suave
Pedaços meus são desfeitos
Sinto a natureza cada vez mais envolta
Já não estou presa em uma matéria densa
Como é bom sentir-me livre!
Como é boa essa plenitude!
Tendo a essência sendo revelada
Em uma decodificação fantástica
Nesse misto de emoções magníficas
Encontrando minha alma
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Meu destino
Na garoa serena que me dissolve
Transformando-me em gotas pequenas
Vou em direção ao sul... Quem sabe ao norte ?
Atrás de minhas buscas,
Atrás de minha essência
E sem rumo definido, continuo seguindo...
Deslizando em calhas, córregos e poças
Evaporo... Eu me modifico
Para no céu infinito
Misturar-me a formas, gestos e cheiros
Em um eterno ciclo
Acrescentando alguns pedaços...
Algumas falhas...
Esse é o meu destino
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Antes que seja tarde...
domingo, 15 de agosto de 2010
Meu coração à tua espera

E com um leve suspiro tenha bons contentamentos
Porém sabeis a hora de levantar-se
Não queira privar-me desse enlace
Curou em mim o que nem existia
Não quero que se entregues somente pela calmaria
Ninguém sabe o que há além do eterno sono
Mesmo que julgue ser um passo de consolo
Cuide para que não esqueças
Não esqueças que meu coração encontra-se somente em ti
Nem procure entender os motivos pelo qual não parti
Pois entender-me agora seria uma atitude vã
Criou em mim algo que não pode silenciar
Apagar, dizimar e nem terminar
Seria ingrata se lavasse minhas mãos diante de toda essa situação
Não quero que sofras sem existir uma razão
Entrego-te meu ser em gotas lentas
Para que essa imagem bruta que terias de mim não o faça desistir
Bem sabes o quanto já sofri, chorei, mas insisti
Principalmente em viver, mesmo não sendo o que aparenta
E por tudo isso... Quero, e espero sua volta
Mas não bata somente a porta como de outrora
Entre sem amarras, medo ou estória
Dentro do meu coração que palpita pelo seu sem demora


